Todos nós conhecemos a fama do carnaval: muita bebida, muita folia, muito sexo e pouca responsabilidade.
A companha feita pelos postos de saúde em Salvador de distribuir 1,8 milhão de preservativos juntamente com uma revista com explicações sobre o seu uso e o risco de contrair doenças graves pela falta de prevenção, assim como uma pulseira da campanha "Sexo seguro" durante a festa é muito importante para não deixar que as pessoas esqueçam das DST, sejam elas curáveis ou incuráveis, não deixam de ser perigosas, e o carnaval é uma época muito propícia para a contaminação.
Não concordo com a posição da igreja perante a campanha, pois demonstra ignorância diante a realidade do Brasil ao afirmar que a promoção do uso do preservativo estimula os jovens a ter relações sexuais e elimina o medo de contrair doenças graves. Ao meu ver é um ponto positivo, pois a promoção do uso de preservativos pode impedir um surto de DST entre toda a população, já que é inevitável a empolgação dos jovens, e não jovens, nesse sentido e nessa época.
O importante é que essa campanha teve uma boa repercução, demonstrando que as pessoas estão mais conscientes do risco que correm, visto que acabaram com os prevervativos em poucas horas e isso é um incentivo para que campanhas como essas se estendam por todo o país e não só na época do carnaval, como no ano todo.
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